Sine municipal de Porto Velho tem 18 vagas de emprego nesta quinta, 23


O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Porto Velho está com 18 oportunidades de emprego em aberto nesta quinta-feira (23). Entre as ofertas, há vagas para cabeleireiro, esteticista, garçom, manicure e operador de caixa. O Sine alerta que as vagas de emprego estão sujeitas a alteração.

Os interessados que tiverem seis meses de experiência comprovados em carteira, devem comparecer ao posto de atendimento do Sine Municipal, localizado na Rua José do Patrocínio, região central da capital, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. O atendimento é das 7h30 às 13h30 (horário local).

O trabalhador também pode consultar vaga e fazer cadastro pela internet, através do site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Depois de acessar a página, basta clicar no ícone “trabalhador”, para ser direcionado a outra página onde o cadastro pode ser feito.

Confira as vagas oferecidas pelo Sine de Porto Velho nesta quinta-feira (23):



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Justiça conclui licitação para contratação da empresa que demolirá barracas no Maranhão


A Justiça Federal já concluiu a licitação para a contratação da empresa que vai demolir as barracas da Praia do Araçagi, em São José de Ribamar, situada na Região Metropolitana de São Luís.

A decisão de destruir as construções irregulares no Araçagi faz parte de um processo antigo: desde a década de 80, o Ministério Público Federal (MPF) pede a retirada de casas e chalés que foram erguidos no meio das dunas.

O MPF argumentou na ação que as praias são de uso comuns das pessoas e que não podem ser privatizadas e que a ocupação da faixa de areia gera danos ao meio ambiente e ameaça a segurança dos banhistas.

O processo judicial começou com a ação cautelar contra 185 pessoas. A sentença confirmada pelo Tribunal Regional Federal em Brasília vale para todos. Além das casas de veraneio, os bares e as novas barracas erguidas sem autorização devem ser demolidas.

A ordem da Justiça gerou desconforto entre os alvos da decisão judicial. Pelo menos é o que garante o vice-presidente da Associação de Barraqueiros do Olho de Porco, Geraldo Pereira, que diz que o único intuito da categoria é trabalhar. “A força da gente trabalhar a gente faz qualquer coisa. O importante é a gente trabalhar. É melhor eu está aqui trabalhando do que eu está lá no meio da cidade roubando”, desabafou.

Nas contas do Ministério Público Federal, da Advocacia Geral da União e da Justiça Federal 250 construções erguidas na faixa de areia da praia devem ser demolidas e contra a decisão não cabe mais recurso.

O Governo do Estado apresentou à Justiça um projeto de padronização das barracas da praia e de realocação gradual dos comerciantes, em parceria com as prefeituras de São José de Ribamar e Paço do Lumiar. O projeto vai ser licitado no ano que vem.



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Justiça prorroga prisão de envolvidos na Operação Pegadores


A Justiça do Maranhão decidiu prorrogar a prisão de Antônio Augusto Silva Aragão, Ideide Lopes de Azevedo Silva, Luiz Marques Barbosa Junior, Mariano de Castro Silva e Rosângela Aparecida Barros Curado envolvidos na operação “Pegadores” que revelou um esquema de fraude que desviou 18 milhões e 345 mil reais de recursos públicos federais enviados entre 2015 e 2017 ao Governo do Maranhão para cuidar da saúde da população. A decisão é da juíza federal Paula Souza Moraes da Primeira Vara da Justiça Federal do Maranhão.

Segundo as investigações da Polícia Federal, o dinheiro era administrado por empresas terceirizadas e foi parar no bolso de servidores públicos e funcionários fantasmas incluídos numa folha de pagamento com custo superior a 400 mil reais por mês.

A operação busca prender servidores públicos vinculados à Secretaria de Estado da Saúde, diretores, tesoureiros e administradores de organizações sociais, além de empresários vinculados a empresas de fachada e envolvidos no pagamento de propina a servidores públicos.



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Veja as vagas disponíveis de emprego no Sine de Ariquemes nesta segunda, 20


O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, tem 60 vagas de emprego disponíveis nesta segunda-feira (20). São vagas para assistente administrativo, auxiliar de motorista, apontador de produção, eletricista automotivo, marceneiro, operadora de caixa, zeladora e outros.

O atendimento no Sine é das 7h30 às 13h30 (horário local). Os candidatos devem procurar a agência, que fica na Travessa Marte, nº 150, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF), currículo preenchido e uma foto 3×4.

Veja as 60 vagas disponíveis no Sine nesta segunda-feira (20):



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Defesa Civil identifica aterros irregulares em áreas vulneráveis a alagamentos em Macapá


A Defesa Civil de Macapá identificou aterros irregulares em áreas conhecidas como ressacas e pontos vulneráveis de alagamentos na capital. São pelo menos dez bairros que podem ser atingidos com o aumento do nível da água com a chegada das chuvas, que devem se intensificar entre dezembro e março, conforme previsão do Núcleo de Hidrometeorologia e Energia Renováveis (NHMET).

Os locais que foram mapeados estão sendo monitorados pelo órgão. Medidas preventivas já vem sendo adotadas para evitar os alagamentos, informou o comandante da Defesa Civil municipal, Ubiranildo Macedo. Ele reforça que os bairros com maior vulnerabilidade são Santa Rita, Araxá, Aturiá, Zerão, Congós, Universidade, Muca, entre outros da Zona Sul e grande parte da Zona Norte.

“Há um volume grande de áreas aterradas irregularmente na capital e isso pode gerar transtornos no período de chuvas com os alagamentos. Por isso estamos fazendo o alerta para a população e iniciamos serviços de limpeza dos canais, em alguns locais estamos fazendo a drenagem para escoar a água que pode acumular”, destacou.

Para monitorar possíveis áreas com riscos de alagamentos, a Defesa Civil usa como parâmetro as ocorrências registradas ao longo dos anos. Nessas localidades, a orientação dada aos moradores é evitar o contato com a água, não jogar lixo nas ruas para possibilitar a vazão da água e redobrar os cuidados com as crianças em áreas de ressaca.



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Alunos acham imagem sacra escondida sob reboco em patrimônio histórico de Fortaleza


Estudantes encontraram imagem escondida em colégio tombado de Fortaleza

Estudantes encontraram imagem escondida em colégio tombado de Fortaleza

Estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Estácio FIC, com sede no Centro de Fortaleza, se depararam com uma imagem artística, encoberta por camadas de tinta e revestimento de reboco, resultado de reforma realizada no prédio centenário tombado, onde funcionou por 90 anos o Colégio Marista Cearense. O achado ocorreu durante um minicurso de restauração patrimonial na escola tombada como patrimônio cearense.

A descoberta revelou o que seria a imagem, em baixo relevo, de Padre Anchieta, ambientada em uma paisagem litorânea. Quem afirma é Walden Luiz, professor e coordenador do Departamento de Artes da instituição na década de 1980, época em que a arte foi feita.

A memória de Walden é, até agora, o único arquivo da idealização da imagem. De acordo com ele, a arte se trata de um painel com extensão por toda a parede, em que o padre segura um cajado e escreve poemas à Virgem Maria, na areia. “É um painel muito bonito. De início pintaram de dourado, mas ficou muito chamativo e depois fizeram um envelhecimento. Fiquei surpreso de terem tratado o painel com argamassa, foi feito numa talha de cimento, era bem interessante”, relembra o professor aposentado.

Ele diz que a arte ainda está clara na memória porque o painel ficava na entrada do colégio, por onde passava diariamente.

Arte sacra era foi ocultada por reboco em patrimônio histórico de Fortaleza (Foto: Arquivo pessoal)Arte sacra era foi ocultada por reboco em patrimônio histórico de Fortaleza (Foto: Arquivo pessoal)

Arte sacra era foi ocultada por reboco em patrimônio histórico de Fortaleza (Foto: Arquivo pessoal)

Para Carolina Alves, professora do curso de restauração em que a arte foi revelada – juntamente com o professor do curso de Arquitetura, Frederico Barros – o achado reflete a falta de educação patrimonial na cidade, já que a peça é parte histórica do prédio.

“O minicurso, de dois dias, era pra apresentar processos que norteiam a restauração em edificações como essa, com valor de prédio tombado. A proposta das aulas era intervir numa área que sabiam que tinha passado por uma reforma sem critérios. Quem cobriu a arte com reboco pode ter feito porque a arte já não estava íntegra. Mas isso mostra que a cidade vem priorizando a estética e enterrando a história.”

Segundo Carolina, a faculdade de arquitetura foi um dos primeiros cursos a ocupar o prédio do antigo colégio, que tem valor histórico e arquitetônico, tombado pelo município e pelo estado. “Além de ter ocupado o local, uma das propostas era educar no sentido patrimonial, tanto para os alunos, quanto na promoção de eventos e visitações pra sociedade”. Com essa ideia, organizou-se a Semana de Arquitetura, que trouxe o minicurso de restauração como experiência além das disciplinas da grade curricular.

“Esse local onde começamos a trabalhar já estava desprendendo da parede. Achamos que íamos encontrar uma sequência de cores que mostrariam as pinturas que já tinham ocorrido lá ao longo dos anos. Iniciamos a prospecção com bisturi, e encontramos esse baixo relevo artístico”, conta a professora. Ela diz que a turma buscou documentos e fotos antigas do prédio para identificar a arte, mas nada foi encontrado.

A atividade, a princípio, com propósito mais particular de demonstrar a restauração, passou a ser a de revelar um material histórico esquecido do prédio. “Esse trabalho pode suprir uma lacuna documental”, destaca Carolina.

Reboco encobria arte sacra de décadas de existência (Foto: Reprodução)Reboco encobria arte sacra de décadas de existência (Foto: Reprodução)

Reboco encobria arte sacra de décadas de existência (Foto: Reprodução)

Coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo, Clélia Monasterio reforça que ter encontrado a obra “foi uma bênção” para dar oportunidade aos estudantes de trabalhar a investigação e preservação do patrimônio. “É muito importante porque desenvolve esse sentimento e vontade de trabalhar com a cultura, o patrimônio e a arte. Encontramos um tesouro perdido, agora vamos continuar a busca”, declara.

A ideia é transformar o trabalho em um grupo de pesquisa e extensão, capacitar estudantes para seguirem com a investigação da obra e, posteriormente, de outros pontos do prédio. Por ser patrimônio tombado, é necessário antes regularizar a situação no município e estado.

Segundo a coordenadora, o local de investigação do painel tem aproximadamente 9m². “Para acontecer, tem que ter cooperação entre a instituição e a Estácio. É um trabalho de conversação, se trata de uma obra de arte, precisa de pessoas especializadas.”



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Quase 33 mil cearenses têm direito ao saque da cota do PIS a partir desta sexta


Mais de 32,8 mil cearenses terão direito ao saque das cotas do PIS no Ceará, totalizando R$ 47,5 milhões disponíveis, segundo a Caixa Econômica Federal. O pagamento das cotas do PIS para aposentados será iniciado nesta sexta-feira (17), e beneficiará cerca de 1,2 milhão de brasileiros. O valor total disponível para saque nessa etapa ultrapassa R$ 1,7 bilhão e equivale a 16% do total disponibilizado pela medida provisória.

Tem direito às cotas do PIS o trabalhador cadastrado no Fundo PIS/Pasep entre 1971 até 4 de outubro de 1988 que ainda não sacou o saldo total de cotas na conta individual de participação. Medida Provisória editada pelo Governo Federal alterou a idade para saque de cotas do PIS. Agora, mulheres a partir de 62 anos e homens a partir de 65 anos tem direito ao saque de cotas do PIS.

Os aposentados também seguirão o calendário escalonado de pagamentos. As demais regras de saque das cotas do PIS não foram modificadas. É possível, por meio do site , consultar o saldo disponível para saque. Na página, o trabalhador pode visualizar o valor que tem a receber, a data do saque e os canais disponíveis para realização do pagamento.

Pagamento e documentação

O saque das cotas do PIS será efetivado após a confirmação do direito nas agências da Caixa. Os pagamentos das cotas do PIS com valor até R$ 1,5 mil podem ser realizados no Autoatendimento da Caixa apenas com a Senha Cidadão, sem a necessidade do Cartão do Cidadão, ou com Cartão Cidadão e Senha nas Unidades Lotéricas e Caixa Aqui, mediante apresentação de documento oficial de identificação com foto.

Os saques de valores até R$ 3 mil podem ser feitos com Cartão do Cidadão e Senha Cidadão no Autoatendimento, Unidades Lotéricas e Caixa Aqui, também com documento de identificação oficial com foto.

Os valores acima de R$ 3 mil devem ser sacados nas agências, mediante apresentação de documento oficial de identificação com foto. A Caixa orienta que os trabalhadores consultem o site para serem direcionados à melhor opção de pagamento, antes de se dirigirem a um dos canais oferecidos.



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Sine oferece 21 vagas de emprego para esta quinta-feira, 16, em Cacoal, RO


O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho, disponibiliza 21 vagas de emprego nesta quinta-feira (16). Há oportunidades para biomédico e bioquímico.

Os interessados devem comparecer ao Sine, localizado na Avenida Guaporé, nº 2839, Centro, portando Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. O horário de atendimento do órgão é das 7h30 às 13h30.

Veja abaixo os cargos oferecidos pelo Sine de Cacoal nesta quinta-feira (16):



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Candidata que diz ter sido eliminada no Enem por portar moedas entra com ação contra Inep


Candidata disse ao G1 que foi eliminada do Enem porque tinha duas moedas no bolso  (Foto: Gioras Xerez/G1)Candidata disse ao G1 que foi eliminada do Enem porque tinha duas moedas no bolso  (Foto: Gioras Xerez/G1)

Candidata disse ao G1 que foi eliminada do Enem porque tinha duas moedas no bolso (Foto: Gioras Xerez/G1)

A família da jovem que disse ter sido eliminada no Enem por portar moedas, em Fortaleza, entrou nesta terça-feira (14) com uma ação na Justiça Federal contra o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação da prova. A estudante Mayane Cecília, de 16 anos, não finalizou a segunda fase do exame no domingo (12).

Na ação, o advogado alega que o edital não apresenta normas referentes a “moedas” e pede a anulação do termo de eliminação assinado pela candidata, já que ela é menor de idade e o fez sem acompanhamento da mãe, além de ter passado mal durante o ocorrido. A ação solicita, ainda, reativação da inscrição no Enem e autorização para a jovem fazer uma nova prova da segunda fase.

Em nota, o Inep informou que a candidata foi eliminada do exame por estar portando lapiseira, o que é proibido pelo edital. O advogado e a mãe afirmam que a menina não havia levado lapiseira para fazer a prova.

O advogado da garota, Marcelo Nocrato, conta que a estudante pediu para ir ao banheiro e concordou em passar pelo detector de metal, quando as moedas foram encontradas.

Conforme o relato de Mayane, ela foi encaminhada no mesmo momento até outra sala, para falar com a coordenadora, que anunciou de imediato a sua eliminação. “Na hora, a Mayane disse que não falaram nada sobre não portar moedas para ela. Mas a coordenadora insistiu que ela estava eliminada”, diz Nocrato.

A nota do Inep traz o relato enviado pela Coordenadora de Local, responsável pela unidade onde Mayane foi realizar a prova. O órgão sustenta que a candidata nem sequer foi submetida ao detector de metal e que o uso de lapiseira foi constatado dentro da sala de prova.

“O chefe de sala e o aplicador afirmaram que a participante não chegou a ir ao banheiro e, por isso, não foi submetida à revista por meio de detectores. A coordenadora de local relatou que foi detectado o porte de lapiseira dentro da sala de aula e afirmou que a participante estava utilizando a lapiseira”, diz a nota.

O Inep afirma, ainda, que a coordenadora perguntou se Mayane “havia sido avisada, antes do início das provas, que não poderia portar tal material, a participante afirmou que sim e que havia retirado essa lapiseira de sua própria bolsa”.

Segundo a mãe da estudante, Marília Gabriela, com o ocorrido, Mayane teve uma queda de pressão e solicitou atendimento médico, o que lhe foi negado até que ela assinasse o termo de eliminação. O advogado afirma que a menina também solicitou a presença da mãe, mas os pedidos foram negados pela coordenadora.

Conforme Nocrato, a coordenadora “coagiu Mayane a assinar o termo e só depois deixou que ela fosse atendida por uma enfermeira”. Segundo ele, após atendimento, a jovem apresentou pressão 8 por 5. “Isso não é coisa que se faça, ela pediu ajuda”, reforça a mãe.

Ainda de acordo com o advogado, após assinar o termo, Mayane permaneceu com a coordenadora enquanto os fiscais de prova foram recolher a bolsa e o material deixado na sala pela estudante. Ao retornarem com os objetos, eles teriam mostrado a lapiseira, que, segundo a candidata, não pertencia a ela.

A mãe de Mayane alega que a filha assinou o documento sem conhecimento do conteúdo, por estar nervosa. “Foi uma injustiça com a minha filha”, disse.

Já conforme o relato da coordenadora enviado ao Inep, no termo de eliminação foi marcado o “item 19”, referente a portar lápis, caneta de material não transparente, lapiseira e borrachas, entre outros itens. O relato afirma, ainda, que “a coordenadora solicitou que a participante verificasse as informações marcadas no Termo de Eliminação e que, verificando que estava tudo correto, assinasse o mesmo, o que foi feito”.

No processo, o advogado pede para que o Inep prove que a estudante estava com a lapiseira, por meio de imagens das câmeras de monitoramento interno do local. A estudante também pede a anulação do termo de eliminação e uma indenização por danos morais, pelo constrangimento.



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Sapiranga é um dos bairros com 'aumento mais expressivo' da violência contra jovens


Conforme o Relatório do primeiro semestre de 2017 do Comitê Cearense pela Prevenção de Homicídios na Adolescência, da Assembleia Legislativa do Ceará, as “áreas com aumento mais expressivo [da violência contra crianças e jovens] entre 2016 e 2017 estão na Regional 6, em dois grandes aglomerados de bairros contíguos”, entre eles a Sapiranga

Além da Sapiranga, o relatório cita os bairros Jangurussu, Conjunto Palmeiras, Edson Queiroz, Jardim das Oliveiras e Lagoa Redonda.

“São justamente esses os grandes adensamentos populacionais que haviam apresentado os melhores resultados entre 2014-2016, no que se referia à redução da violência letal contra jovens e crianças”, diz o estudo.

Desde o ano passado, no entanto, a violência inclui essas regiões como as mais perigosas para jovens e adolescentes.

O estudo mostra também que cresceu em 71% o número de casos de homicídio de crianças e jovens no Ceará, com idade entre 10 e 19 anos, no primeiro semestre de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado.

Números mais atualizados do comitê revelam o assassinato de 709 jovens, registradas em todo o Ceará. Somente em Fortaleza, no mesmo período, 293 crianças e adolescentes entre 10 e 19 anos foram assassinados. Em Maracanaú, foram 43 homicídios nesta faixa etária.



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